quinta-feira, 15 de novembro de 2007


SENSACIONAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



A empresa “Green Life Eventos” agradece a presença de todos na Palestra sobre Empresa Júnior: “O Processo Trainee para a formação de novos líderes”, ministrada pelas palestrantes Leila Marques e Ana Paula Garcia.



Ademir Filipe Guimarães da Silva
Nivaldo Aguiar
Juliana Barcellos Ribeiro
Natalia Paulon de Oliveira
Michelle de Oliveira Miranda
Sirley Pereira
Glauce Moura Ribeiro
Camila Mara C. Moreira
Victor Souza
Edmundo de Novaes Gomes
Camilo Milagres
Warley Gonçalves
Renata Ferreira de Carvalho
Sergio Lucas
Carla Gomidax
Valdilene
Lucilaine de Latella Viegas
Gladson Dias
Simone Palhares Lopes
Rhaissa Azevedo
Ana Paula Sette
Fernanda de Souza
Marco Aurélio Rodrigues
Vera Cristina de Souza
Gizele Campos Ribeiro
Juliana Oliveira
Renilson Santos
Aline Priscila
Thiago Luiz P. Queiroz
Camila Martins da S. Abreu
Polyanna Warkentin
Rafael se Souza Pinheiro


Obrigado a todos!!!!




Equipe Green Life,

Equipe Empresa Júnior




Grazille Ramos, Ildelene Rabelo, Israel Benini, Janaina Diniz, Maria Valdete, Poliana Gonçalves, Wanderson Roque.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

A Avaliação do evento




E muita importante no evento a avaliação, tanto para os organizadores como para os patrocinadores, pois, dessa forma, os pontos positivos e negativos serão avaliados, melhorando assim para o próximo evento.
É necessário que o promotor do evento utilize critérios para saber se o evento saiu da maneira esperada e se o mesmo poderia ter sido melhor, analisando com isso os erros, onde e como melhorar, para as próximas edições. O patrocinador precisa saber se o investimento teve o retorno esperado e estes não precisam ser os mesmos do promotor do evento de acordo com cada objetivo. Quanto mais claro os objetivos forem, mais fácil será avaliação final do evento. Dessa forma, o promotor do evento deverá no planejamento do evento, explicitar de forma genérica e depois especificamente, os objetivos a serem alcançados. Elaborar um check-list (uma lista com objetivos) torna-se possível uma leitura objetiva dos resultados e ilustra as conclusões apresentadas. A avaliação do ponto de vista dos participantes é de extremo interesse dos patrocinadores e do promotor do evento. As opiniões de cada tipo de visitante deverão ser avaliadas de maneiras diferentes, pois o visitante vip terá opinião diferente dos que foram por vontade própria. Após toda avaliação, deve-se discutir com o patrocinador os resultados, visando terminar a avaliação e também propiciar a venda da próxima edição ou próximo evento realizado.





GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. cap. 9. p.176-180.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Resumo Capítulo 8
Comunicação e Vendas do Projeto













Com as informações levantadas do projeto, já elaborado o projeto , identificados os possíveis investidores, verificada sua viabilidade financeira e sendo feito o seu planejamento comercial, é chegada a hora de vender o projeto aos possíveis investidores, que se caracteriza como a etapa mais difícil de ser realizada pelo promotor.



Dois grandes desafios são apresentados:


- Driblar possíveis recusas e vencer a concorrência.


- O promotor deve-se mostrar comunicativo e possuir a habilidade de conseguir o intento.


A venda de patrocínio acontece em algumas etapas, que são:


- agendamento da visita,
- primeira reunião,


- apresentação do projeto, negociação,


- conclusão da venda e follow-up



Fase 1 – Agendamento da visita



O promotor, na maioria das vezes, representa uma empresa. Assim, como o patrocinador, também representa uma empresa. Portanto, acontece, na venda de eventos, o caso típico do Business-to-Business (B2B), que são diferentes de uma venda a um consumidor final.Existem algumas dificuldades nesse tipo de venda, que são:



  • ciclo de vendas longo;



  • exigências de vendas pessoais, em equipe;



  • transposição de barreiras.


A primeira fase consiste no agendamento da visita, em que o promotor tem que enfrentar a barreira: as secretárias das empresas. São treinadas para afastar contatos que não sejam de interesse de seus superiores e, até mesmo os promotores de evento, sendo que o evento nem tenho sido avaliado.Se constitui em uma fase complicada, mas o promotor deve saber se articular para transpor a essa barreira e encontrar as brechas que existem nas mesmas.Entretanto, as secretárias não podem negar todas as propostas que aparecem, pois podem ser de interesse de seus superiores. Elas então são instruídas a fazer um processo de escolha, onde são típicas perguntas como:



- “É para vender alguma coisa?”;


- Ele está em reunião”, Neste momento ele não se encontra”;“ Agora ele não pode atender”, “Ele está ocupado”;


- “Qual é mesmo a sua empresa?”



- “ Vou te transferir para o João, trainee da área de comunicação”.



-" Ah, é sobre eventos?"



O vendedor tem que estar pronto para responder a essas questões, sabendo o que, quando e como falar. Por isso, pode-se considerar o agendamento de uma reunião como uma venda.



Algumas pessoas possuem o dom de vender, mas outras precisam de um treinamento no assunto. O uso do telefone também se constitui em uma habilidade essencial na questão do agendamento de reuniões. Algumas regras básicas são muito importantes para que haja sucesso nos contatos telefônicos:



- preparar o discurso, antes de qualquer ligação;


- não perder o foco ou esquecer o objetivo da ligação;


- ser direto e objetivo;– mostrar firmeza e autoconfiança, mas sem arrogância;


- ser sério, porém simpático.



Além destas também se pode citar como sugestões para abordagens pelo telefone:– apresentação pessoal: deve ser informado o seu nome e o da empresa completos, de maneira clara e segura;– transpor barreiras de entrada: existem outras barreiras de entrada além das secretárias, que também são treinadas para tentar barrar o vendedor. Este deve se mostrar seguro se apresentando sem nenhum tipo de formalidade para demonstrar um certo nível de intimidade, evitar respostas negativas e ser direto e firme. Mostrar urgência do contato é uma forma eficaz de mobilizar a pessoa que o atende.


- conseguir o agendamento: o vendedor deve agora tentar convencer o seu contato


- target à atendê-lo, utilizando


- se de seu network ou de sua empresa.



É importante ressaltar que existem vários níveis de network que devem ser considerados pelo vendedor na hora da venda do projeto.



Fase 2 – Primeira reunião


É a fase onde o promotor deve se valer de seu entusiasmo e de informações estratégicas pertinentes ao momento da empresa para despertar uma curiosidade capaz de levar o contato a chamá-lo para explicar melhor suas idéias. Tudo o que for dito deve ser expresso de maneira direta e breve, sem nenhuma margem para dúvidas. Nesta fase deve se dar um diálogo entre as duas partes para que a proposta e todas as dúvidas sejam bem explicadas e esclarecidas. São essenciais ao sucesso desta fase as seguintes regras:



- Empatia– Conhecimento


- Abordagem consultiva


- MotivaçãoApós respeitando


- Se estas regras, o vendedor ainda pode se valer de algumas perguntas para contribuir ainda mais na articulação de seus objetivos com os de seu contato-target.



Fase 3 – A apresentação do projeto



O momento ideal para apresentar o projeto e a proposta comercial se consiste quando o vendedor se sente pronto e certo de sua abordagem, que acontecer ou não na primeira reunião.Algumas regras são essenciais na preparação desse momento:



- Tempo da apresentação


- Infra-estrutura tecnológica


- Forma de apresentação


- Cópias da apresentação


- Customização realPodem ser inseridas mensagens ligadas aos fatores motivadores do contato-target, durante a apresentação do projeto.





Fase 4 – A negociação




A fase de negociação somente acontece após a apresentação do projeto e da proposta comercial, na qual o vendedor deve estar pronto para enfrentar uma série de objeções e questionamentos sobre o projeto e seu valor. Existem dois tipos de situações possíveis de objeções:




- Negativa firma e decidida: quando as objeções são muito fechadas e fortes, o vendedor esta perto de fracassar em sua venda.


- Questionamentos e negativas abertas: quando o cliente levanta dúvidas e faz perguntas ou objeções “flexíveis”, pode estar demonstrando interesse, mas existe ainda algo a resolver.




Algumas regras para se fazer uma boa argumentação sobre destas objeções sã



- Não brigar por posições– Não ficar preso a uma objeção– Ouvir e dar crédito ao cliente




Fase 5 Conclusão



É preciso diferenciar dama e um possível patrocinador. Não se pode contar com os recursos que não estejam em suas mãos. A negociação somente termina quando é feita a assinatura do contrato.
O vendedor deve possuir a habilidade de ser imediatista, para não perder o foco nem o objetivo final da negociação, que é a assinatura do contrato.




Fase 6 – Follow-up




O processo de venda ainda não se encerra com a obtenção dos recursos necessários para o andamento do projeto. A etapa de follow




- up é necessária para que o vendedor possa garantir a satisfação do cliente, levando


- o a investir em futuras edições e em outros projetos apresentados pela empresa. Deve ser agendada uma reunião de follow


- up, durante ou logo após o evento, onde uma pesquisa será realizada junto aos patrocinadores. Caso seja conveniente, também deve se aproveitar dessa oportunidade para obter a pré-assinatura para a próxima edição do evento. O conteúdo e a maneira em que se dará essa entrevista será abordado no próximo capítulo deste livro.




GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. cap. 8. p. 161-176.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

LISTA DE CONVIDADOS PARA PALESTRA
4º e 5º Período Noite - TURISMO



1 - Bernardo Gomes – bernardogrb@hotmail.com 8793-3020
2 - Diego Correia –
diego_correia_souza@hotmail.com 9133-5641
3 - Natalia Gomes –
nataliagsalls@hotamil.com 9221-8964
4 - Marcos Ferreira –
gnecchini@hotmai.com 3675-0634
5 - Jayme Fernando –
balili.fernando@ig.com.br 8794-6686
6 - Wanderson C. Ferreira –
wsilva88@yahoo.com.br 8828-1152
7 - Deborah R. Souza –
deborahturismo@yahoo.com.br 8854-3211
8 - Luiza A. Silva –
luizaaguiar@yahoo.com.br -8812-0208
9 - Pollyanna R. Oliveira –
pop@yahho.com.br 8818-0456
10 - Rosili Ap. da Silva –
seli.turismo@yahoo.com.br 3493-2837
11 - Débora M. de Oliveira –
deboramonato@yahoo.com.br 3433-1750
12 - Jennifer N. F Aguiar –
jennofernayara7@yahoo.com.br 8808-8705
13 - Lika Diana Timóteo –
likeira13@hotmail.com 9952-1739
14 - Carolina M. –
carolina@masterturismo.com.br 8812-6612
15 - Anderson Viana Borges –
vianaborges@yahoo.com.br 8837-1248
16 - Edmundo de Novaes Gomes –
ed2222@uai.com.br 3234-4895
17 - Rhaissa A. de Andradre –
rhaissa05@hotamil.com 8852-3501
18 - Fabio dos Santos Ruas – fabioruas@hotmail.com 9253 -5597
19 - Lucilaine de Latula –
lucilaine_06@yahoo.com.br 3434-5025
20 - Leonardo Fortuna Queiroz –
lfortuna@timmaxitel.com.br
21 - Vera Cristina –
veralindinha@hotmail.com– 8818-7169
22 - Camila Mara Caetano Moreira – kamylla3@hotmail.com 9755-4812
23 - Daniel Fernandes Nunes – gigionunes@gamil.com 8409-1832

24 - Maria Iolanda – landiagf@yahoo.com.br 9677-7557
25 - Paloma Canuto – palomacanuto@yahoo.com.br 8831-4386
26 - Luziana Gomes Almeida –
luzianawillian@gmail.com
27 - Valdilene Abreu – valdilene2705@yahoo.com.br 8703-4872
28 - Simone Palhares Lopes – sisi.pl@hotmail.com
29 - Marco Aurélio – kurerodrigues@yahoo.com.br 9281-7411
30 - Glauce Moura Ribeiro – glaucemoura18@hotmail.com 8671-7384
31 - Juliana Barcellos – barcellos.juliana@gmail.com 8811-8738
32 - Ademir Felipe Guimarães da Silva – ademirfelipe@yahoo.com.br
33 - Aline Priscila Tavares – alinepuc@yahoo.com.br 3385-2955

34 - Ana Paula Sette Alves – apaulasette@yahoo.com.br 8464-0439
35 - Juliana S. Oliveira – jujsemlimites@yahoo.com.br 8854-2032

36 - Gisele Campos – giselecamposr@hotmail.com 9351-4778
37 - Nivaldo F. de Aguiar –
dinho_aguiar@yahoo.com.br 3384-3710
38 - Natalia Paulon – natypaulon@yahoo.com.br 9217-1665
39 - Gladson Dias - maumauzinhobh@gmail.com.br
40 - Fernanda de Sousa – fernandasmp@gmail.com 9258-8083
41 - Ana Paula Ferreira – gostosurademorango@gmail.com 9643-6938
42 -Shirley Pereira- shirleyapereira@yahoo.com.br 8834-0940

43 - Patrícia Souza Costa – patty.turismo@yahoo.com.br
44 - Victor Souza – victorsouza@yahoo.com.br 9250-0482
45 - Thiago Luiz Paes – thiago_redhot@hotmail.com 8743-9133
46 - Renilson Santos – renilson.santos@yahoo.com.br 3592-2988
47 - Humberto Fernandes – humbertoreggae@hotmail.com 8454-7516
48 - Renata Ferreira –
cirlarj2003@hotmail.com 8623-9550
49 - Michelle de Oliveira –
michele.turismo@gmail.com 3356-3110
50 - Polyana P. Warkentin - pojoplin@hotmail.com 9784-7408

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Desenvolvimento de um plano de ataque

De posse da lista de empresas selecionadas como target, parte-se para o desenvolvimento de ataque que deve ser personalizado para cada candidato. A primeira fase do desenho do plano de ataque é, portanto, o estudo dos suspects.
Estudo do suspect: Estudar o suspect significa conhecer o perfil das empresas, seus objetivos de marketing, suas estratégias de eventos e o seu orçamento destinado a eventos.
Processo decisório: O processo decisório de compra sob a perspectiva de cada suspect é uma das tarefas mais complexas na venda de um evento e envolve as seguintes perguntas:
- Que papel cada pessoa da empresa desempenha?
Os possíveis papéis desempenhados pelas pessoas que participam do processo decisório da aquisição de um projeto de eventos são: decisor final, influenciador, consultor e executores.
- Qual o fluxo de decisão?
Um projeto de eventos pode entrar na empresa por dois caminhos: o promotor do evento oferece o projeto, ou a empresa toma conhecimento do projeto ao pesquisar eventos que estejam alinhados aos seu objetivos de marketing.
- Quando eles decidem?
A resposta a essa pergunta depende de cada empresa. As variáveis que definem essa melhor época estão relacionadas aos seguintes fatores: planejamento e calendário fiscal.
Abordagens Personalizadas: Neste momento o vendedor já tem todas as informações necessárias para iniciar sua ação comercial com seus suspects, de forma personalizada. É preciso preparar a abordagem para que a mensagem seja eficiente e resulte em uma reunião com as pessoas certas.Quando o vendedor já conhece o profissional, pode ficar mais fácil marcar uma reunião, mas, quando a pessoa não o conhece, e ainda pior, quando não conhece a empresa e seu produto. É preciso montar um plano de entrada efetivo para contato dentro da empresa contendo os seguinte itens:
- Contato-target: nome da pessoa que será contatada.- Objetivo da abordagem: um objetivo diferente para cada contato.
- Forma de abordagem: é possível, que para cada contato, seja necessária ou até interessante, formas de contato diferentes, que pode ser por telefone, e-mail, correspondência ou visita pessoal.
- Mensagem: deve ser criada a partir das necessidades e dos anseios do suspects, e não sob a ótica do vendedor.
- Plano de conversa: é preciso antes de qualquer abordagem, mesmo que informalmente, se planeje uma conversa, considerando todas as possíveis respostas e dúvidas. O objetivo final de um primeiro contato dever ser sempre o agendamento de uma reunião pessoal com o decisor.
Campanhas Personalizadas: O conjunto de todos os recursos de comunicação utilizados pelo vendedor para contatar formalmente a empresa-target é intitulado de “campanha”. Estes recursos, seus métodos e técnicas para utilizá-los são descritos a seguir:
1. E-mail de apresentação: antecede o contato telefônico inicial, servindo como introdução á abordagem, dever ser elaborado com o seguinte formato:Assunto, texto curto, tamanho, formato, conteúdo, personalização e contato correto.
2. Envio de material: Outra forma de aproximação é o envio, pelo correio, de material informativo sobre o evento e a empresa promotora. O matéria pode conter apresentação em powerpoint impressa, um documento em word com sumário do evento, ou ainda, a proposta comercial completa.
3. Evento de lançamento: A empresa promotora pode organizar o próprio evento de lançamento do projeto: um café da manha em um hotel próximo ou na própria sede da empresa, aproveitando pra mostrar suas instalações.
4. Telegrama: É uma forma cara, limitada, porém segura de aproximação com o decisor da empresa.
5. Campanha da mídia: Se a empresa promotora do evento tem verba disponível para divulgação com o objetivo de convocar possíveis investidores a conhecerem o projeto, pode utilizar veículos de mídia dirigidos.
6. E-mails seqüenciais: Além do e-mail de apresentação, o vendedor pode recorrer a esse mesmo recurso para dar seqüência às negociações. Cada e-mail pode ter um objetivo diferente, mas sempre com uma lógica seqüencial e informações realmente relevantes para a empresa.
É importante que se programe o envio de e-mail e de matérias pelo correio para que cheguem no início da semana, para que não corra o risco de esquecê-lo na caixa de entrada de e-mail ou em debaixo de outras dezenas de documentos em sua mesa. Isso acontece também no caso de contato telefônico que devem ser realizados no inicio ou final do expediente, que são horários menos turbulentos.
A campanha de venda de um projeto não deve levar em consideração apenas um dos recursos referidos, ela deve ser apoiada em um conjunto de ações, com cronograma estabelecido. Planejando as ações de acordo com cada resposta dos contatos-target, contando com campanhas eficientes para cada situação de forma tão rápida que impressionará seus contatos.
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. cap. 7. p. 139-160.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

RESUMO CAPÍTULO 6


PLANEJAMENTO DE VENDA


Para o sucesso na venda de um projeto de evento é importante ter um bom planejamento, que deve incluir três fases: treinamento, elaboração de material de apoio e desenvolvimento de plano de ataques.
O vendedor de um projeto de eventos precisa se preparar adequadamente para concretizar a venda do evento, o que se chama de treinamento, que se divide em três situações: experiência na aquisição de patrocínio, estudo de mercado de evento e estudo do projeto.
A experiência na aquisição de patrocínio e, portanto vivenciar a aquisição de patrocínio de alguns eventos, mesmo que simuladamente, é preciso conhecer as angustias, dificuldades e questões que passam na mente do comprador para consegui supera-los com argumentos reais e, ao mesmo tempo, sensíveis.
E conhecer processos, como: o vendedor me conhecia, conhecia meus objetivos e estratégicas, o vendedor soube apresentar o evento com propriedade, entre outras questões que precisam ficar bem claras, pra compreender os motivos pelos quais houve ou não a vendo do evento.
O estudo do mercado de eventos é fundamental para entrar neste ramo de negócios, é preciso estudar e se atualizar constantemente sobre os números do setor, a concorrência, as formas habituais de comercialização e o processo de decisão. Algumas questões são necessárias ao bom entendimento do mercado, como: Quantos eventos ocorrem por ano e pro mês, quanto fatura o setor, quais as estratégicas dos eventos concorrentes, como sçao comercializados, por quem são comercializados, quais são as etapas de organização.
O estudo do projeto, e necessário para ajudar na venda do projeto, é fundamental conhece-lo, não só as questões superficiais, como local, quais serão as atividades durante o evento, e preciso que o vendedor tenha contato com a estratégia e os objetivos propostos com o evento para então responder a principal questão dos candidatos a patrocínio.
A obtenção de domínio total sobre o projeto significar estudar e compreender os seus aspectos estratégicos e operacionais.
Uma vez estruturado o projeto do evento, o promotor deve proceder a elaboração de um documento que o apresente de forma profissional, abrangente, pormenorizada e, principalmente, convincente.
O documento de apresentação do evento pode ser elaborado de forma simples aos mais sofisticados, mas independente do formato escolhido ou possível para apresentação do projeto do evento, cabe salientar que, em qualquer caso, o documento deve sempre ser sucinto o suficiente para não aborrecer o leitor com muitos dados, mas ao mesmo tempo completo o suficiente para não deixar nenhuma informação relevante de fora.
Apresentação institucional da empresa: neste item deve ser apresentada, a empresa e sua historia. Mostrar que esta apta a executar o evento proposto de forma primorosa.
Conceito do evento: Deve se deixar claro qual é o conceito principal do evento, definindo quando a estruturação do projeto, contendo: Tema central, missão, objetivo principal do eventos, objetivos secundários e publico alvo.
Dados que justificam o evento: Os mesmos dados que serviram de apoio ao promotor do evento no processo de geração, seleção e teste de idéias podem ser apresentados aos patrocinadores para comprovar a relevância do evento e mostrar ter sido uma necessidade ou tendência forte que o despertou para realiza-lo.
Publico alvo e perfil dos convidados: Deve ser feita uma apresentação do perfil e das características em comum dos participantes a serem convidados
Formato do evento: A apresentação deste item deve ser feita de forma que o patrocinador se sinta dentro do evento , deve constar as seguintes informações: local, data, atividades, palestrantes e programa.
Cotas de patrocínio, benefícios e valores: deve apresentar o resultado do planejamento no que se refere as cotas de patrocínios, aos valores e aos benefícios.
Os benefícios devem ser descritos de forma clara e abrangente. Quanto maior for o numero de informações fornecidas e maior as especificidades dessas informações, maiores serão as probabilidades de sucesso na venda do projeto.
O documento pode apresentar o valor de investimento e o numero de cotas previstos para cada modalidade, já definidos, uma vez divulgados o valor, os níveis de cotas de patrocínios eles não mais podem sofrer alterações, sob nenhuma hipótese ate o final das negociações.
Condições de pagamento: existe varias formas e condições de pagamentos do valor de patrocínio; como parcelado, com reserva antecipada, a vista, com desconto, duas parcelas iguais, sendo a primeira na assinatura do contrato e a segunda após o evento e parcelado conforme negociação dos prazos.
Muitos promotores de eventos não conseguem desenvolver uma proposta única de valor por não terem condições de atender a algumas exigências, como capacidade de ouvir, flexibilidade, criatividade, estrutura financeira e planejamento comercial.
Outras informações que fazem a diferença: Algumas informações podem fazer toda a diferença na negociação com possíveis patrocinadores, entre elas, estão as relações de participantes e de patrocinadores confirmados.
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. cap. 6. p. 119-138.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007


RESUMO DO CAPÍTULO 5


Previsão dos resultados da arrecadação de recursos

Então de posse das seguintes informações: valor total do evento, objetivo do numero de investidores, target de investidores e níveis de cotas de patrocínio, é possível construir vários cenários diferentes na formatação do pacote de patrocínio e seus resultados
Partido da construção de um funil de prospecção que contem diferentes fases da venda de um projeto de evento, depois se efetua o calculo de cada uma das etapas.
A finalidade é a obtenção do numero de empresas - target patrocinadoras para cada seguimento e nível de cota.

Fases percorridas pelo promotor na venda de um projeto

Suspects : Todas as empresas e as pessoas do universo target de patrocínio, potenciais investidores.

Prospects:
Empresas e pessoas com as quais o vendedor do projeto obteve o primeiro contato, potenciais investidores contatados.

Leads: Empresas e pessoas que responderam ao primeiro contato e expressaram interesse, potenciais investidores interessados.

Leads qualif.: Empresas e pessoas que nível decisório, que demonstraram necessidades eminentes com relação ao evento, adequaçãoi e orçamento disponíveis. Potenciais investidores prontos para receberem propostas


Oportunidades: Proposta emitida ao decisor do projeto


Vendas:
Contrato assinado

Calculo dos números de cada fase do funil de prospecção

Para efetuar o calculo de suspects necessários para atingir os resultados, o promotor deve:

-Ter estabelecido os níveis de cotas e o valor de cada uma;
-Estimar o percentual de sucesso para cada etapa do funil.

Portanto, este tipo de instrumento serve para o promotor simular os resultados de seu evento e construir cenários na definição de cotas e valores de cada nível.
O valor arrecadado é a soma do resultado da multiplicação do numero de cotas alcançadas em cada nível.

A construção de cenários de cotas de patrocínio

A partir das três variáveis que interfere no resultado da venda do evento-Níveis de cotas, valor e numero de patrocinadores, é possível alcançar alguns cenários, que na suas construções, o promotor deve precaver-se:

1. Considerar os benefícios constantes de cada nível para respeitar a regra custo-beneficio.
2. Verificar se há universo de patrocinadores-target suficiente para os cenários
3. Tomar cuidado para não criar um carnaval de marcas
4. Tomar cuidado para não criar dependência de um único patrocinadorSimular também cenários com um, dois ou mais de três níveis.






GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. cap. 5. p. 111-118.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

CONVITE FEITO A EMPRESA PUCTUR JÚNIOR PARA LECIOMAR NOSSA PALESTRA
GREE LIFE EVENTOS
Cordialmente convida

Nós alunos do 5º período noite do curso de Turismo, viemos através deste convidar a Empresa PUCTUR Junior para lecionar uma palestra com o tema central Projetos de Extensão: “O contato direto com o aluno e o mercado de trabalho” abordar:

- estrutura organizacional da empresa;
- projetos envolvidos na empresa;
- parcerias públicas e privadas;
- experiências dos funcionários com a empresa sendo ainda estudantes.

Tendo nossa empresa como público alvo os alunos de Turismo da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, com o intuito de que conheçam os trabalhos que estão sendo realizados pela empresa, pois muitos alunos não conhecem e também como incentivo aqueles que ainda não tem um direcionamento dentro do curso. A palestra foi solicitada pela disciplina de Eventos pelo professor Edmundo Novais para obtenção de créditos.

A palestra tem data marcada para o dia 14/11/2007 às 19:00 hs no Auditório do IEC (Instituto de Educação Continua) localizado na Av. Brasil, 2023 6º andar - Funcionários, com duração prevista até as 20:40.

Desde de já agradecemos

Grazielle Ramos, Ildelene Rabelo, Israel Benini, Janaina Diniz, Maria Valdete, Polyana Gonçalves, Wanderson Roque.

sábado, 20 de outubro de 2007

Nova programação


Empresa: “Green Life”

Tema Central: “Empresa Júnior: o processo trainee para a formação de novos líderes" a palestra abordara sobre os segmentos da empresa PUCTUR, projetos envolvidos, parcerias e experiências dos funcionários enquanto ainda alunos.

Missão: A palestra tem como missão levar os alunos do curso de Turismo a conhecer os projetos da empresa PUCTUR, promover a interação do público-alvo com a empresa despertando o interresse desse público-alvo para a elaboração de pesquisa que amplie seus horizontes e as possibilidades de trabalhar no mercado.

Objetivo Principal: Estabelecer o contato entre profissionais “alunos” e público-alvo e troca destas experiências.

Objetivos Secundários:
- Promover a marca da empresa para todos os participantes do evento.
- Redimensionar a visão do público-alvo com relação às possibilidades existentes no mercado.

Público-alvo: Estudantes do curso de Turismo da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais / Campus Praça da Liberdade.

Formato do evento:
Data: 14/11/2007
Local: Auditório do IEC (Instituto de Educação Continuada), localizado na Av. Brasil, 2023 6º andar – Ed. Dom Cabral - Funcionários.

Atividades: Palestras e coffe black (à definir)

Palestrantes: Leila Marque Rodrigues – Diretora Presidente - PUCTUR JUNIOR

Ana Paula Garcia – Consultora de Projetos - PUCTUR JUNIOR

Resumo: A palestra será no horário da disciplina de Eventos com o professor “Edmundo” é terá a duração do horário de aula de 19:00 as 20:40 no dia 14/11/2007 numa quarta- feira. A palestra com o tema central “Empresa Júnior: o processo trainee para a formação de novos líderes” será apresentado os projetos existentes na empresa PUCTUR , incentivando aos alunos a dar segmentos aos seus projetos, e mostrando a importância da empresa para nossa Instituição.

Programação:
19:00 - Credenciamento (Lista de presença)
19:20 - Abertura com a apresentação da programação e do palestrante
19:30 - Palestra sobre o tema “Projetos de extensão”
20:10 - Debate com palestrante e público-alvo. (aberto a perguntas e opiniões).
20:30 - Encerramento: Agradecimentos ao palestrante e aos participantes.
20:40 - Degustação (a definir)

Aos visitantes dos nosso blog

Informamos que devido ao contra tempo a nossa palestra com o palestrante Ricardo Penna que abordaria com o tema "Churrasco na cultura do Brasil" não poderá comparecer na data marca para a mesma. Mais não se preocupe nossa palestra marcado para o dia 14/11/2007 ás 19:00 hs no auditório do IEC, acontecéra na data marcada.
Convidamos para leciomar a empresa "PUCTUR JUNIOR" que é uma empresa de extensão da nossa instituição para aborda sobre "Empresa Júnior: O Processo Trainee para a formação de novos líderes". Será de suma importância para nós futuros turismólogos pois será apresentada a importância da empresa para nós alunos.

Não percam.
Aguardamos a todos .

sábado, 6 de outubro de 2007

CAPITULO 4

IDENTIFICAÇÃO, SELEÇÃO E PRIORIZAÇÃO DE PROVEDORES DE RECURSOS PARA REALIZAÇÃO DE EVENTO.

Para identificar e selecionar os possíveis patrocinadores de um evento o promotor deve realizar grandes pesquisas, principalmente porque há concorrência esta muito grande para os que procuram patrocinadores, e ao mesmo tempo aumenta a opção de escolha para os patrocinadores, o pouco que tem pra gastar, tem que ser muito bem investido para obterem melhores e maiores retornos.
No mercado há diversas formas de obter recursos, como: patrocínio, co-patrocinio, patrocínio com uso de leis de incentivo fiscal, parceria, apoio e venda de ingressos.
Patrocínio: E o investimento financeiro por parte dos patrocinadores, normalmente um percentual do valor total do evento, acrescido ou não de margem de lucro para o promotor, que depende do seu objetivo com o evento ou ação.
O patrocínio tem suas vantagens e desvantagens para o evento, como a vantagem do promotor obter recursos financeiros, quando não tem, com a participação de marcas renomeadas, o evento atraia um público maior, as desvantagens e que se a marca do patrocínio sobressair a do promotor do evento, o evento pode acabar mudando de dono, quando grande parte dos custos for de responsabilidade, pode se tornar uma relação de dependência, quando tem muito patrocínio, pode acabar virando um “carnaval de marcas”, o evento pode ser de todos e de ninguém ao mesmo tempo.
Patrocínio com leis de incentivo fiscal: E baseado na troca de recursos de patrocínio por abatimento nos impostos da empresa utilizando-se as leis incentivo fiscal, esta modalidade somente pode ser oferecida aos projetos culturais ou de Terceiro Setor e requer uma serie de procedimentos.
Para optar por esta opção e preciso conhecer as leis, que tem federal, estadual e municipal, principalmente porque estas leis podem ser prorrogadas e se ainda esta em vigor.
A Lei Federal n 8.313 de 1991 é mais conhecida, o promotor tem que apresentar seu projeto e conseguir sua aprovação, que deve ser elaborado de acordo com as normas.
Estados e municípios também, pode criar suas próprias leis, como por exemplo, a Lei n 7.015 de 1996 no estado da Bahia, de acordo com a qual contribuintes do ICMS pode abater até 5% do imposto.
Co-patrocinio: Ocorrem quando duas empresas compartilham uma cota de patrocínio de evento promovido e organizado por um terceiro.
Parceria: E quando duas ou mais empresas promotoras de eventos se juntam para organizar um determinado evento, visando a objetivos e interesses comuns com seus resultados.
Apoio: É a disponiblização de recursos próprios, não financeiros, porem necessários ao evento. E empregado normalmente nas seguintes atividades: Divulgação de evento: empresas no setor de mídia e entreterimeto são apoiadores usuais do evento.
Promoção de evento: empresas podem ser apoiadores, servindo-lhes de ponto de vendas de ingressos.
Transporte: companhia de transporte aéreo e terrestre costuma apoio eventos oferecendo transporte para os convidados, palestrantes, do material.
Pacotes de viagens hospedagem: empresas do setor turístico e hoteleiro podem oferecer como apoio de serviços de hospedagem e transporte.
Infra-estrutura: dependo do evento, e preciso de infra-estrutura para sua execução, como local, palco, equipamentos eletrônicos, montagem de estandes e iluminação.
Produção: empresas do setor papeleiro, gráficos e de impressão podem oferecer apoio.
Venda de ingressos/convites. E a obtenção de recursos por meio da venda de ingressos aos convidados do evento.
Depois dos segmentos estarem listados e arrolados é preciso selecionar as que serão contatadas comercialmente. Para isso devem considerar os seguintes aspectos: perfil das empresas, objetivos de marketing, estratégias de eventos e orçamento destinado a eventos.
Como os promotores nem sempre dispõe de recursos para pesquisar o universo de possíveis patrocinadores, ele deve buscar no máximo as informações, pois, quanto mais informações obter, maior a probabilidade de ser bem sucedido na seleção, como também na abordagem comercial. Dependendo do número de empresas selecionadas como target, intituladas suspects será o estudo dessas informações.
O tipo de informação para compor o perfil dos suspects varia de acordo com o tipo de evento e o objetivo do promotor. Essas informações próprias do perfil de uma empresa referem-se: a nome, endereço, telefone, faturamento anual, segmentos descrição do negócio, concorrentes, clientes, fornecedores dentre outras. Deve-se saber a razão de cada informação coletada e o uso que será dado a ela.
Objetivos de marketing: As empresas preferem patrocinar eventos que estejam diretamente ligados aos seus objetivos e planos de marketing. O promotor do evento tem acesso aos objetivos de seus clientes por três motivos: parceria (o promotor identifica as necessidades e problemas e propõe um evento que atinja somente os objetivos de marketing); desenvolvimento de um evento) neste motivo o promotor pode-se utilizar de pesquisas internas e externas que apresentem o objetivo); seleção de target( depois do projeto desenvolvido e a busca de patrocinadores, pode ter os objetivos de prospects).
As possibilidades dos objetivos se dividem em três categorias: crescimento( as empresas com um número expressivo de clientes, mas que a receita não esta no patamar optam por estratégia que vise o crescimento e lançamento de novos produtos); objetivo de aquisição( é próprio de empresas que visam aumentar a base atual de clientes, por ter um número satisfatório); objetivo de consolidação( é o tipo de empresas que, apesar de já terem atingido por um longo período de tempo um patamar de receita satisfatório com seus atuais clientes e produtos, estão sofrendo ameaças por parte de novos concorrentes, ou até dos atuais).
Análise dos componentes do plano de marketing: Outro aspecto deve ser considerado pelo promotor de eventos, que é a forma de alocação dos recursos e orçamento dos supects. Existem várias formas de analisar a distribuição da verba e dos recursos de markentig das empresas. Para essa distribuição, será analisado o objetivo principal com cada atividade, que pode ser de: exposição de marca, relacionamento e vendas.
Modelo de negócios: Esse aspecto que deve ser considerado plano de marketing e a sua influência na propensão na empresa em investir na proposta é o seu modelo de negocio. A autora indica uma ferramenta de fácil aplicação que servirá de guia para a discursão dos objetivos como pesquisado.
Estratégia de eventos: Ao identificar o marketing da empresa, o próximo passo a ser dado pelo promotor de eventos é estudar a estratégia de eventos da empresa. Deve-se ter um estudo aprofundado para determinar com exatidão a viabilidade ou não da proposta. O promotor selecionará como Target as empresas que historicamente investem em eventos.
Os investimentos de maketing são divididos em: exposição de marca, relacionamento e vendas.
Há um método preparado par selecionar estes investimentos, da se valores de 10,5 e um empregado as empresas que atendem estes objetivos, são valores culturais, sociais, esportivas e de feiras, cada um tem um valor, cada coluna deverá dar 16. Após o preenchimento do quadro será feito à contabilização dos números percentuais de cada objetivo, feito isto será possível identificar a estratégia de eventos da empresa e associá-la aos seus objetivos de marketing.
Complicação dos dados: Geralmente terá analise de aspectos mais importantes, relacionado com:
Volume: O número de eventos que a empresa realiza levando em consideração o orçamento total de marketing,
Sazonalidade: Analisar qual o período do ano de maior dispêndio.
Forma de participação: Algumas empresas priorizam os eventos próprios realizados por elas mesmas, outras preferem à participação de eventos de terceiros, por meio de patrocínio,
Objetivo principal: É preciso identificar junto ao número de eventos da empresa seus investimentos, os de exposição de marcas representa maiores números de investimentos,
Tipo de evento: Fazer o evento de acordo ao perfil da empresa. É importante analisar se a empresa tem ou não experiência no tipo do evento proposto a ela e o quanto tem investido.
Análise dos resultados: Para análise de resultados seguem as seguintes configurações:
Objetivos de vendas: Eventos que proporcionam vendas e negociação no próprio local,
Objetivo de exposição de marca: eventos com objetivo de vendas, devem também permitir a exposição de sua marca. Eventos culturais poderiam ser proposto á FastPrint.
A data mais indicada para a realização de um evento é aquela que não recebe influências de nada como feriados, datas comemorativas e outros, as datas que mais se usa seria no final do mês de maio e início de junho pois não competem com programações da empresa.
Orçamento destinado a eventos: Definido após o estabelecimento de seus objetivos, estratégias e planos de ação. Após esta fase a empresa definirá seu público alvo e atingirá seus objetivos, deve ser trabalhado sua estratégia e seus planos táticos.
São várias as formas de estabelecer esse valor, a mais empregada é definir o percentual sobre a receita, esse percentual varia de acordo a estratégia de cada empresa.
Quando o executivo de eventos já tiver conseguido estabelecer nível de parcerias com a empresa ele poderá até participar da distribuição, sugerindo e propondo eventos podendo até interferir nesta distribuição caso o contrário deverá buscar informações sobre a decisão final da empresa com relação à alocação de verbas para eventos. É de suma importância que se conheça os dois orçamentos de marketing e de eventos.
Conhecer o orçamento disponível para eventos e sua proporção em relação ao marketing pode apoiar o promotor do evento na decisão sobre a viabilidade de seu projeto para determinada empresa.
Com o orçamento definido pode dividi-lo entre seus três objetivos.
Após as pesquisas citadas anteriormente é possível selecionar as empresas-targets que serão abordadas pelo promotor, sendo que, este pode ampliar seus possíveis patrocinadores devido o conhecimento da dificuldade de conseguir verba dessas empresas. De qualquer maneira é necessário levar em consideração dois fatores para formular critérios de priorização: as empresas com maior propensão a investir no patrocínio e as empresas que mais interessam ao promotor.
Essa lista de prioridades será uma ferramenta importantíssima na tomada de decisão do promotor como, por exemplo, à que empresa deverá dar maior atenção, qual empresa poderá ser mantida caso o promotor resolva trabalhar com exclusividade. Ele tomará suas decisões baseando-se na ordem de prioridade pela qual ordenou as empresas.
Existem várias metodologias para priorizar targets. Umas muito complexas, outras simples, de fácil de aplicação e eficazes. Estas devem ser usadas utilizando várias listas de prioridades
a) Valor de imagem: Há empresas que ao participarem de um evento podem alavanca sua imagem, por apresentarem representatividade no mercado e há empresas que podem arruinar sua imagem por apresentarem má reputação ou por não possuírem credibilidade.
b) Relacionamento: Quando há um relacionamento forte entre promotor e possível patrocinador.
c) Potencial de Investimento: Será analisado o faturamento específico de cada empresa e o seu orçamento de marketing, comunicação ou eventos.
d) Histórico de Investimentos:Quando a empresa (suspect) possui histórico favorável de investimento no tipo de evento.
e) Alinhamento do evento: Quando o segmento do evento está relacionado ao do suspect aumenta a probabilidade de ter o patrocínio.
O promotor deve atribuir notas de prioridades a cada critério para o evento
Em planilhas de cabulo o promotor deve listar as empresas do segmento e anotar os valores das notas atribuídas a ela em cada critério. Ao final o promotor obterá o total de pontos para cada empresa e, dessa forma, saberá a posição da mesma na lista de empresas potenciais investidoras.
Quando se define uma lista de empresas potenciais investidoras, há sempre aquelas de maior interesse do promotor. São denominadas must win. Já com a lista de prioridades e preferidas definida é necessário repassar essa lista a todos os envolvidos na promoção do evento para que possam dar atendimento prioritário.
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. Cap. 4

quinta-feira, 4 de outubro de 2007


Costela no Fogo de Chão

Ingredientes

1 costela de dez quilos
Sal grosso moído

Modo de Preparar

Para preparar o fogo de chão, cave um buraco fundo, com uma profundidade que dê para encher com um saco de carvão e acenda. Depois de passar o sal grosso moído por toda a peça, dois segredos são necessários para deixá-la no ponto: um é de sempre manter o mesmo calor, completando pouco a pouco o carvão do buraco; o outro é deixar a costela inclinada sobre o fogo, para que ela pegue mais calor. Não caia na tentação de retirar a costela do fogo antes de sete a nove horas. A paciência é a alma desse prato. Enquanto ela fica pronta, lingüiças aperitivo, ou uma picanha são uma boa pedida para tapear a fome

segunda-feira, 1 de outubro de 2007



Origem do nome “Churrasco”
Palavra usada no português do Brasil e também no espanhol dos países platinos para designar um pedaço de carne assada nas brasas. O Dicionário da Academia Espanhola sugere – sem citar fontes, que seria um vocábulo de origem onomatopéica, presumivelmente do som que produz a gordura ao gotejar sobre a carne. Corominas, no entanto, afirma que churrasco originou-se em uma palavra muito antiga, anterior à presença dos romanos na Península Ibérica, que nos chegou vinda de ´sukarra´ (chamas de fogo, incêndio), formada por ´su´ (fogo) e ´karra´ (chama). Este vocábulo apareceu primeiramente em castelhano sob a forma ´socarrar´ e ao longo dos séculos derivaram-se diversas variantes dialetais na Espanha, das quais a que nos interessa é ´churrascar´, do andaluz e do leonês berceano, de onde provém a voz rioplatina e brasileira churrasco. O etimologista catalão cita também o chilenismo ´churrrasca´ (folha de massa frita).

Brasil
No Brasil, Churrasco se refere a toda carne assada na churrasqueira, quase sempre em grandes espetos. Há também o "churrasquinho de gato", que por ser assado em pequenos espetos de madeira, e ter a carne cortada em cubinhos, dá a idéia de que é realmente feita de gatos. O churrasquinho de gato vendido nas ruas é feito de carne bovina, suína (geralmente na forma de lingüiça), ou de frango. Uma churrascaria é um restaurante especializado em carnes. O termo churrasco também pode ser visto em antigas colônias portuguesas - um Churrasco Moçambicano é um prato de carne grelhada de Moçambique, por exemplo.
Tambem Costumam fazer a chamada parrilha onde é utilizada uma grelha e brasa abaixo com a distancia de uns 40 centimetros

Churrasco



No Rio Grande do Sul, onde o churrasco tomou tanta intensidade e importância, sua trajetória acompanha o gaúcho ao longo da historia. A mais rudimentar forma de assar carne remonta a época dos índios guaranis. Eles consumiam muita farinha de mandioca em forma de pirão, com churrasco. Os guaranis preparavam a carne fresca, abriam um buraco n chão, forravam com folhas verdes, de arvores, deitavam-na, cobriam com mais ramos, mais uma camada de terra e um fogo em cima. A terra e as folhas serviam como tempero, na falta do sal. Já num estagio mais avançado, os indígenas colocavam a carne dentro do buraco, envolvidas com folhas de vegetais e por uma camada de barro, tipo a massa de farinha de trigo com que os italianos preparam o talharim. Com o calor do fogo, o material envolto endurecia, sob o aspecto de uma telha que retinha o suco da carne. Era somente retirá-la, quebrá-la e temperá-la com um pouco de cinzas, enquanto os índios não conheciam o sal, e servi-la. Para a carne Ter bom gosto, os índios escolhiam arvores como a pitangueira, evitando que deixassem gosto indesejável. Nesse particular, provavelmente, já conheciam a técnica ate hoje utilizada pelo exercito, nas viagens, em manobras pela selva. Evitar comer frutas, folhas e caules de plantas leitosas ou peludas, que geralmente são venenosas.
A prática de assar carne, envolvendo-a, depositando-a em um buraco, cobrindo com cinzas e atear fogo, vem ate os dias de hoje. Dessa forma ainda assam-se peixes, com a única substituição da massa de barro pelo papel laminado. Nas estâncias assam-se batata doce, cebola, inhame, pinhão, etc.., enterrados em cinzas. Quando chegaram os portugueses e espanhóis, difundia-se o sistema de assar carne nas brasas ou labaredas, com espetos e salmoura. Mas foi com as revoluções que surgiu o sistema de cortar uma parte da rês, com couro, levando, apressadamente ao fogo. Após assado é que era tirado o couro e temperado, geralmente com salmoura. Alimento rico em proteínas e que levou o gaúcho ao uso marcante do chimarrão, para melhor digestão. Para assar um bom churrasco, após escolhida a manta apropriada, coloca-se sal a gosto, antes, durante ou depois de levar ao fogo, com sal ou salmoura. Coloca-se, inicialmente, afastado do fogo e após aquecido poderá haver maior aproximação das brasas. Para não ficar dura a carne, deixa-se fritar bem o osso, somente virando após, que brevemente estará pronto para servir. A não ser em espetos giratórios, as constantes viradas de lado fazem com que, aquecendo e desaquecido, a carne torne-se rígida.
O churrasco foi a seiva que gerou uma raça gaúcha forte. Em diversas oportunidades essa energia defendeu tão bravamente esses pampas. O churrasco esta presente na vida do campeiro gaúcho.



“Churrasco é prato do gaúcho. Carne assada em grandes espetos ou penduradas nas varas sobre a fogueira, o churrasco é o prato simples e vigoroso da vida do pampa e da estância.”

sábado, 29 de setembro de 2007

Empresa: “Green Life”

Tema Central

Palestra relacionada sobre “A cultura do churrasco no Brasil”, falar sobre a relação existente entre a cultura do churrasco no Brasil o surgimento e a tradição Gaúcha.

Missão

Promover a interação do público-alvo com a diversidade cultural e histórica de nosso país despertando o interresse desse público-alvo para a elaboração de pesquisa que amplie seus horizontes e as possibilidades de trabalhar com a cultura.

Objetivo Principal:

- Estabelecer o contato entre profissionais e público-alvo e divulgar a cultura Gaúcha mostrando suas singularidades, na tentativa de manter a tradição por todo o país.

Objetivos Secundários:

- Promover a marca da empresa para todos os participantes do evento.
- Redimensionar a visão do público-alvo com relação às possibilidades existentes no mercado.

Público-alvo

Cerca de 50 alunos do 5º período noite do curso de Turismo da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais / Campus Praça da Liberdade.

Formato do evento:

Data: 14/11/2007
Local: Auditório do IEC (Instituto de Educação Continuada), localizado na Av. Brasil, 2023 6º andar - Funcionários.
Atividades: Palestras
Resumo: A palestra será no horário da disciplina de Eventos com o professor “Edmundo” é terá a duração do horário de aula de 19:00 as 20:40 no dia 14/11/2007 numa quarta- feira. A palestra com o tema “A cultura do churrasco no Brasil” será apresentado o surgimento do churrasco no Brasil, a importância para a culinária brasileira, suas tradições e principalmente como fonte do turismo. Aberto aos participantes para debate.

Programação

19:00 - Credenciamento (Lista de presença)
19:20 - Abertura com a apresentação da programação e do palestrante
19:30 - Palestra sobre o tema “A cultura do churrasco no Brasil”
20:10 - Debate com palestrante e público-alvo. (aberto a perguntas e opiniões).
20:30 - Encerramento: Agradecimentos ao palestrante e aos participantes.
20:40 - Degustação (a definir)

quarta-feira, 19 de setembro de 2007



PLANILHA DE CUSTO

Espaço: O evento não terá gasto quanto ao espaço. Será realizado no IEC (Instituto de Educação Continuada).
Custo:Nenhum
Fornecedor: IEC (Instituto de Educação Continuada)
___________________________________________________________________

Infra-estrutura: Serão necessários para a realização do evento: uma mesa redonda (seis lugares), data show, micro-fone, aparelhagem de som.
Obs.: incluindo transporte dos equipamentos.
Custo: R$ 250,00
Fornecedor: NB Projeções
___________________________________________________________________

Palestrantes: Será pago o transporte é uma retribuição.
Custo: R$ 100,00
Fornecedor: Profissional de churrasco
___________________________________________________________________

Cartaz/Banner/floders: O evento será Divulgado por meio de folder é pelo blog.
Custo: R$ 150,00 ( cento do folder)
Fornededor: HS Gráfica Ltda.
___________________________________________________________________

Recepcionista/assistente: Os próprios integrantes de empresa “Green Life” fará a recepção e assistência de palco.
Custo: Nenhum
Fornecedor: Próprio
___________________________________________________________________

Telefone
Custo: R$ 70,00
Fornecedor: Próprio
___________________________________________________________________

Garçom: Será necessário um garçom.
Custo: R$ 50,00
Fornecedor: à definir
___________________________________________________________________

Alimentação: Será oferecido petiscos
Custo: R$ 120,00
Fornecedor: à definir
___________________________________________________________________

Brindes: Brindes diversos
Custo: R$ 100,00
Fornecedor: à definir
___________________________________________________________________

TOTAL - CFE = R$ 840

terça-feira, 11 de setembro de 2007

RESUMO DO CAPÍTULO III

Ações sociais e de entretenimento
Os benefícios para patrocinadores ligados à atividade social ou de entretenimento são:

a) Atividades esportivas: Esta atividade abre possibilidades exclusivas de marchandising, com quadras reservadas ao esporte, também podem ser distribuídos folhetos, bonés, toalhas, camisetas e outros, pode-se também contratar personalidades ligadas ao esporte, exposição da mídia, entre outros;
Há também a possibilidade dos patrocinadores se beneficiarem participando de diversas atividades, tendo mais contato com o público alvo e não somente expor suas marcas;
b) Almoços, jantares coffe breaks ou coquetéis: O promotor do evento poderá oferecer cotas de patrocínio a cada uma dessas refeições, aumentando arrecadações. Cotas de cada horário de refeição podem ser oferecidas através de vários benefícios, aproveitando o espaço reservado. São várias as formas de oferecer estes benefícios com merchandising no local, saudações aos convidados, apresentação de vídeos, através de sorteios de brindes dentre outros;
c) Salas de relaxamento ou beleza: Se trata de um de patrocínios diferenciados que garante o bem-estar dos convidados, o benefício oferecido está na exposição de marcas, distribuição de brindes e outros;
d) Shows: Através de shows os patrocinadores podem dar saudações aos convidados, expor logomarcas, distribuir brindes, apresentar vídeos e outros;
e) Cursos de aperfeiçoamento pessoal: Podem-se expor marcas, menção pó parte dos instrutores, palestras e outros;
f) Salas de Internet: Há programas com alto nível tecnológicos, através dessas salas os patrocinadores ligados a este contexto podem-se apresentar ao público-alvo através de diversas formas.
As formas dos patrocinadores se beneficiarem são diversas, os brindes oferecidos durante o evento são de total responsabilidade dos patrocinadores participantes.

Estratégias pré e pós-evento

Os patrocinadores após o evento desejam adquirir uma lista de todos os presentes no evento, e reunir maiores números de informações possíveis. Para trabalhar esta lista, deve-se mesmo antes da realização do evento, planejá-la e também é de suma importância receber apoio dos promotores do evento na hora de estruturá-las, esta fase de planejamento possibilitará um relacionamento dos promotores junto aos patrocinadores, tendo a chance de garanti-los em futuros eventos.
A seguir serão apresentadas algumas idéias que possam levar às informações desejadas:

a) Mais do que um RSVP: Usado no momento do pré-evento, tem como objetivo analisar o perfil dos convidados, estuda suas características, levantamento de dados que são oferecidos aos patrocinadores, nesta fase poderão ser realizados questionários afim de saber quais os principais interesses do público participante naquele evento, quais estandes têm o interesse de visitar dentre outros.
Com a realização dessas pesquisas, os patrocinadores irão se preparar melhor para o evento e dará a eles certa garantia de atingir o público alvo. Com este trabalho os patrocinadores agirão com mais eficácia programando a forma de atendimento de cada prestador de serviço;
b) Contato pré-evento: Após terem se informado sobre os confirmados, os patrocinadores poderão interagir com eles mesmos antes da realização do evento, através de envios de material ligado ao evento com informações dos programas que pretendem realizar, dar uma atenção aos candidatos já pesquisados, poderá ser feitos reforço de convite, convidando-os a visitar o estande, enviar brindes que poderão ser utilizados durante o evento, como pastas, canetas, Kits e outros;
Através de pesquisa de conteúdo o patrocinador enviará uma rápida pesquisa, agora com um conteúdo exclusivo de interesse a cada convidado, haverá uma participação dos convidados que terão como finalidade, levar estas pesquisas já respondias a urnas colocadas aos estandes do patrocinador, assegurando assim sua visita.
c) Mailing dos participantes: Trata-se de uma lista de pessoas que confirmaram presença no evento, devem ser feitos uma pesquisa de avaliação de qualificação, com o interesse de saber do próprio convidado o que mais chamou a atenção dentre os entretenimentos, palestras, atividades e outros;
d) Envio de material: Após o evento, os patrocinadores poderão enviar cartas de agradecimento aos participantes e convidá-los há futuras atividades, contendo o envio de calendários.
e) Pós-evento: O interesse dos patrocinadores de estar mantendo contatos pessoal com os participantes. É interessante que os promotores reunirem grupos de pessoas com o mesmo interesse e promovam diversas atividades.
f) Administração do miling e das ações: Gerar estruturas de relacionamentos com os clientes antes e pós o evento.
Avaliação do evento:

Estas avaliações se dão pela análise feita pelos participantes em vários aspectos. È de grande importância aos promotores que analisaram e perceberão o que deverá e o que não deverá ser mudado para futuros eventos levando em considerarão pontos fortes e fracos.
Ao se tratar de valores materiais, o promotor deverá garantir suas margens de lucro, atrair investidores para próximos eventos e passará por uma etapa bastante complexa levando a uma análise de fatores internos e externos que possam influenciar nestes valores.

Benefícios aos patrocinadores e cotas de patrocínio

Depois da definição das atividades que serão desenvolvidas no evento, o seu formato e público-alvo é possível identificar quais delas e de que forma os benefícios serão oferecidos aos patrocinadores. Os benefícios oferecidos devem estar relacionados a um ou mais objetivos como: o relacionamento venda e exposição da marca.
As possibilidades e regras necessárias para garantir a oferta de benefícios aos patrocinadores, na qual o promotor pode optar por uma delas, por um conjunto ou totalidade, depende do objetivo do evento ou recursos disponíveis.

Benefícios oferecidos para a geração da exposição da marca:

a) Divulgação da mídia. Nela é preciso: determinar uma grade de veiculação na mídia para divulgar o evento, decidir sobre a localização e tamanho do logotipo nos anúncios e maior espaço nos anúncios de divulgação para os patrocinadores com maior participação financeira.
b) Assessoria de imprensa. Devem constar os benefícios à menção e os agradecimentos aos patrocinadores por parte dos promotores, organizadores, proprietários, atores, produtores e diretores.
c) Peças de divulgação. São inúmeras e variam de acordo com a verbas e interesse do promotor em difundir o evento ou a público restrito ou de forma aberta ao público geral.
d) Merchandising. Muitos promotores se apóiam na seleção dos benefícios para justificar a participação de patrocinadores em seus eventos.
e) Patrocínio do translado. Quando o evento envolve deslocamento para outra cidade, outro estado ou país por meio de transporte aerio fretado.
f) Patrocínio do keynote speakeer. Verba necessária para custear a contratação do pessoal palestrante

Palestras durante o evento

Essa ação é extremamente atrativa para possíveis patrocinadores do evento. Permite à empresa patrocinadora a apresentação de seus produtos e serviços a um número expressivo de participantes. Os cuidados que devem ser tomados no momento de oferecer benefícios aos patrocinadores são: a ordem das palestras seguirá um critério preestabelecido e bem divulgado a todos, o conteúdo das palestras será analisado pelo promotor do evento visando à padronização visual, a duração e as características que identifiquem a relação direta e clara do evento.

Estande ou espaço exclusivo

O promotor deve apresentar um layout do pavilhão de exposições e permitir que o patrocinador escolha o local de seu estande. Os critérios são por tipo de cota e por ordem de chegada.
O promotor ou organizador do evento deve levantar todos os custos envolvidos para a realização do evento; mesmo que estimado, pois delimita o nível de mínima arrecadação.
Quando o objetivo é cobrir custo, ou a base de nível Maximo da receita, sendo necessário fazer um levantamento dos gastos previstos para as principais atividades, podendo ser atribuído de 60% a 80% aos itens de maior valor, aos itens de menor valor e os custos não previstos, atribui de 40%a 20% restantes, o ideal é que seja levantado o maior numero de itens possíveis, sendo este valor total denominado Custo Levantado CL.
A soma do CL Custo Levantado, com os custos não previstos, e considerado o orçamento do evento, não podendo em nenhum caso ser ultrapassado.

Custo Final Estimado (CFE) do Evento = CustoLevantado

0,8*

Mas calcular um evento é hoje muito difícil o complexo de fazer, há uma variação no mercado muito freqüente, obrigando os profissionais se adaptar rapidamente as novas realidades.
Para calcular os custos são apresentados três diferentes formulas que foram empregadas em três grandes fases da evolução do mercado.

FASE I – Fase de baixa concorrência
O promotor estipulava a margem de lucro desejada, acrescia a esta o curso a assim chegava seu preço, não havendo comparação.
Preço = Margem + Custo
Custo- item fixo Margem – item variável
FASE II – Fase de alta concorrência
Com o tempo os eventos foram aumentando e assemelhando uns aos outros, passando a concorrência ser o principal desafio.
O preço tinha que acompanhar o mercado e dependia do objetivo, se inferior, igual ou superior ao da concorrência.
Margem = Preço – Custo
Preço – Fixo Custo – Variável
FASE III – Fase da busca pela vantagem competitiva
Nesta fase passou a existir um caminho, o diferencial, que pode ocorrer de diversas formas: pelo segmento do evento, nos serviços prestados, no atendimento e até na imagem promotora do evento.
Estabelecer o preço de um evento passou a ser uma tarefa muito mais complexa do que antes, tornou-se necessário analisar o valor percebido pelo cliente.
Portanto é preciso que o promotor pesquise antes de definir o valor para seu evento, por isso apresenta uma lista de itens necessários para a realização de um evento.

Decisões sobre níveis de cotas de patrocínio


Cotas de patrocínios são parcelas predefinidas da parte total de um valor do evento que cabe a cada patrocinador que pode ser divididas em três possibilidades:
Um único patrocinador depende do valor necessário para cobrir os custos parciais ou totais do evento, ou ainda gerar lucros com ele, é possível conseguir este valor com apenas um grande patrocinador.
Mais de um patrocinador, com cotas de valores e benefícios similares: neste caso o promotor oferece apenas um nível de cota, com o valor do evento dividido eqüitativamente entre todos os patrocinadores.
Mais de um patrocinador com cotas e valores diferenciado, são estabelecidos diferentes níveis, nos quais o valor é distribuído em proporções diferentes entre cada patrocinador.




GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. cap. 3. p. 37-64.






sexta-feira, 31 de agosto de 2007

QUESTÕES DO CAPÍTULO II

-Considere um evento de seu conhecimento. Identifique e descreva o perfil dos convidados, considerando os aspectos apresentados neste capítolo.



Evento: Colação de grau da turma de turismo primeiro semestre.

Data: 04 julho de 2007, 18 horas

Local: Auditório da PUC/MG - Prédio 30; Av. Dom Gaspar, Coração Eucarístico.



Analisando o evento por partes, é possível chegar a algumas conclusões:

A data da realização do evento, uma quarta-feira as 18 horas, dificultou para que todos os convidados estivessem presentes, pois durante a semana neste horário, o transito é bem intenso e normalmente há muitas pessoas ainda encerrando seus expedientes de trabalho.

O local definitivamente tem a "cara" do evento, ofereceu estrutura suficiente para a realização do evento, auditório moderno, bem equipado, acústica adequada, segurança e cerimonial bem treinados.

A programação previa várias homenagens aos formandos e aos envolvidos, como professores, colaboradores e principalmente aos pais. Houve abertura, desenvolvimento de dircursos, juramento e uma série de rituais do protocolo de uma formatura, acontecendo todos de acordo com schedle. O perfil dos convidados era bem diversificado, parentes, amigos, mas com uma forte motivação: prestigiar os alunos, agora profissionais de turismo.

Em síntese, de acordo com o capítulo estudado, neste exemplo de evento, visualiza-se as bases necessarias para um evento de sucesso, local adequado, programação pontual e coerente, o único ponto negativo foi o dia da semana e horário realizado, porém, graças a forte motivação para o evento influiu diretamente na sua grande adesão, provalmente os promotores deste evento já previam isto, pois avaliaram bem o perfil dos convidados.

RESUMO CAPÍTULO II

Estruturação da idéia de um Evento em Projeto

Neste capítulo são discutidas a determinação do conceito de evento, a identificação do público-alvo e a escolha do formato do evento.

A determinação do conceito de evento

De posse da idéia do evento, o promotor terá a necessidade de proceder a sua estrutura, pois ela é uma fase muito importante na geração de eventos se não pode acabar fracassando por não haver um planejamento.

A determinação do conceito do evento é o resultado de três itens:

- Tema central: Na maioria das vezes o projeto é titulo do evento. O titulo é que determina em grande parte do sucesso, sem contar com a normalização de um patrocinador para investir sua chance em um evento cujo titulo é atraente e diferenciado. Deve ter muito cuidado na a escolher um titulo, pois ele tem relação direta com a probabilidade de sucesso da venda e execução do evento. Quanto mais especifico for o tema é o titulo maior é a facilidade de encontrar patrocinadores que se interessam e identifiquem diretamente com o assunto.

- Missão: O evento para acontecer precisa ter uma missão. Apesar dela não ser tarefa fácil, deve ser duradoura, não perecível no decorre do tempo. Deve ser capaz de traduzir, o principal conceito do evento, o propósito e contribuição para o mercado.
Definição e divulgação da missão do evento para todos os envolvidos no seu planejamento, comercialização, organização e execução é fator importante para o seu sucesso.

- Objetivos: O principal motivo pelo qual o evento foi idealizado traduzida em objetivos: principal e secundário. Definir objetivos significa saber o que pretende de resultados quantitativos e qualitativos.

O objetivo principal deve ser descrito deixando claro o que o evento tem em como propósito principal:

● o relacionamento;
● a divulgação da marca;
● a execução de negócios e vendas.

Identificação do público-alvo do perfil dos convidados

Definir o público-alvo significa decidir quais empresas ou pessoas, de quais segmentos, região geográfica e perfis serão convidados a participar do evento. Essa definição deve corresponder às expectativas traçadas nos objetivos.

A primeira decisão que o promotor do evento deve tomar refere-se, portanto ao público: pessoas físicas ou jurídicas. O ideal e que selecione apenas um desses públicos para que o promotor possa manter o foco do evento por meio de:

● uma única estratégia de comunicação e divulgação;
● um formato único do evento;
● uma única estratégia de arrecadação de verba;
● uma única sistema de avaliação do evento.

No evento corporativo costuma ser mais especifico e mais restrito do que o de eventos para consumidores. Definindo em: numero de empresas participantes, segmentos das empresas convidadas, profissionais participantes, segmentos dos profissionais convidados.

Já no evento direcionados a pessoas físicas, dificilmente será possível, ou mesmo necessária, uma definição pormenorizada dos convidados. Nesses casos, o que se costuma definir é a estimativa da quantidade de público esperada e as características desejadas e comuns dos convidados. E composta dos seguintes itens: objetivos no numero de participantes, segmentos dos convidados, expectativas de audiência durante todo o período de divulgação do evento.

Escolha do formato do Evento

O formato de um evento bem estruturado é composto de:

● Data
● Local
● Atividades
● Programa

A análise de cada um desses itens é fundamental para o sucesso do mesmo.

Na escolha da DATA deve-se observar os envolvidos: Convidados, Patrocinadores e promotores.
Tendo em vista as três categorias do processo, o próximo passo é considerar os seguintes tópicos:
- Datas comemorativas de cada região.
- Eventos concorrentes: Eventos de mesma finalidade ou que visem o mesmo público-alvo.
- Considerar dias da semana mais apropriados.
- Considerar dias estratégicos: Início e final de mês, normalmente são datas em que as empresas estão preocupadas com o resultado financeiro, eventos passam a ser 2ª prioridade.
- Sazonalidade: Este tópico é de extrema importância, pois está diretamente ligado com o “target” das empresas, em picos de vendas, os eventos deverão ser voltados para as vendas, e épocas de “baixa”, o objetivo normalmente será de promoção e divulgação da marca.

No que se refere ao LOCAL, o promotor deverá buscar um local que tem a “cara” do evento, que se identifique diretamente com o público-alvo. O local deverá essencialmente ter infra-estrutura suficiente manter receber o evento. Por último, a escolha do local deverá condizer com os recursos disponíveis para a realização do evento.

As atividades devem por sua vez, estar em equilíbrio com o objetivo proposto, local, público e vários outros fatores importantes.

È importante frisar que para a realização de um evento de sucesso, os objetivos devem estar bem definidos, observando o público-alvo, patrocinadores e promotores para que as escolhas e estratégias facilitem um bom resultado.

Atividades

As atividades realizadas deverão estar de acordo dos objetivos do evento, deve-se analisar se é um evento de relacionamento, vendas ou exposição de marca.

As atividades mais comumente empregadas são:

Palestra: está interada com vendas e exposições de marcas. Uma palestra pode ser realizada com um ou mais palestrantes. O primeiro passo do promotor do evento será marcar com o palestrante, pois, a agenda dos palestrantes nacional e internacional é sempre cheia, deverá analisar perfil do palestrante, analisar o histórico, o tema do palestrante e o conteúdo das palestras, o cachê, para depois contrata-lo.

Todo o objetivo, informações, estratégias do evento deverão ser passada ao palestrante se necessário, contratar novos palestrantes, mas os dois devem estar coordenados para haver fluidez.
Há palestras tradicionais, também pode planejar painéis de discussão e mesas de debates, promovendo discussões com outros palestrantes e até mesmo com o publico, quando for um tema de interesse geral.

Reuniões: relação entre o publico e os fornecedores, garantir patrocínio para a empresa.

Ações sociais, culturais e de entretenimento: o objetivo é oferecer momentos de lazer aos convidados, vai de mega shows feitos no final do evento até almoços e cafés. É uma atividade de relacionamento e exposição de marcas.

Ações sociais e entretenimento incluem:

a) atividades esportivas: são compostas, demonstrações e clinicas, os esportes praticados devem ser de interesse do publico, estar na “moda”, para atrair um maior numero de pessoas;
b) almoços, jantares, coffebreaks, coquiteis e outros: a maioria dos eventos oferecem pelo menos uma dessas refeições aos palestrantes;
c) salas de relaxamento ou beleza: oferecido para eventos prolongados, com varias palestras e reuniões;
d) shows: complemento importante, deve finalizar o evento;
e) cursos de aperfeiçoamento pessoal: recurso usado pelos promotores para promover relacionamento e bem-estar ao publico geral;
f) sala de internet: hoje é difícil ficar sem acessar e-mails, seja para uso pessoal ou profissional, o evento deverá oferecer um ponto de internet com facilidade de acesso;
g) visitação exclusiva: quando for cultural ou esportivos, pode-se promover visitas à camarins, vestiários esportivos e outros.

Estandes para exposições e venda: atividades de relacionamento e exposição de marcas, estes desempenham papeis variáveis, pode expor e demonstrar produtos ou serviços ou atingir resultados de venda, este deve estar preparado para comercializar produtos ou serviços.

Programa

O programa deve conter uma descrição minuciosa do que acontecera. Deve relatar conteúdo, horários, duração, palestrantes, local, resumo das paletras, refeições, histórico dos palestrantes (resumo) e atividades paralelas.

GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. cap. 2. p. 11-35.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

RESUMO DO CAPITULO I

As rápidas mudanças no mercado, como avanço tecnológico, concorrência ocasionaram que as empresas, como a de eventos, repensasse seus planos e buscassem novas idéias, projetos criativos, um diferencial. Sendo preciso passar por processos estruturados, considerando três etapas:geração, seleção e teste de idéias para o planejamento de um evento, o que algumas empresas deixam de fazer e apostam logo na primeira idéia que surge.
Para geração de idéias as empresas devem recorrer a algumas técnicas, como:
Observação: Observar tudo que acontece ao redor;
Auto-analise: reflexões das necessidades que não estão sendo atendidas por nenhuma empresa;
Leitura: Conhecer diferentes pontos de vistas sobre diversas realidades.
Brounstorming: reuniões de livres discussão abertas a profissionais de diferentes empresas.
Network: Conversa entre amigos, podem surgir boas idéias.
As fontes de geração de idéias podem surgir internas, dentro da própria empresa, e externa, fora da empresa.
Fontes internas:
Equipe de vendas: Como visitam os clientes, conseguem reportar ricas informações.
Equipe de suporte e atendimento: Tem constantes contatos com critica, opiniões e sugestões dos clientes, que ajudam e enriquecem na melhora e idealização de novos eventos.
Caixa de sugestões: Coletar criticas, sugestões e opiniões dos funcionários, sendo livres para expressarem o que pensam.
Pesquisas internas: Coleta de idéias estruturadas, através de questionários entregue a cada funcionário da empresa.
Estrutura interna de pesquisa: Estrutura dedicada a pesquisar novas idéias.
Fontes externas: As idéias são obtidas através dos clientes, ouvindo, observando, estudando seus próprios anseios e desejos, buscando cumprir suas necessidades.
Fornecedores e parceiros de negócios: Fornecedores, distribuidores e parceiros de negócios podem ser fontes de novas idéias. Agencia de propaganda e publicidade relaciona com diversos setores e podem relatar experiências diferentes.
Concorrência: Deve-se preocupar em saber as táticas e o potencial do concorrente, e a melhor forma de obter informações e ter acesso as propostas comerciais do patrocínio da concorrência.
Outros eventos: Participar de eventos de todos os tipos, identificar o que pode ser feito melhor, o que está faltando e o que pode ser aproveitado.
Outras fontes: Reportagens, anuncios, revistas e livros tecnicos podem identificar oportunidades e fazem parte de fontes externas de obtenção de informações.
Depois de coletadas todas as ideias possiveis elas são analisadas passando por um processo de seleção, onde são verificadas de forma especifica.
Para o processo de seleçãoa autora usou dois criterios: Demanda (considerar a existencia da demanda) e Competencia interna ( existenci de recursos internos ou de parceiros), que podem ser executado, conjunto ou separadamente pelos profissionais da empresa.
Deve se preocupar também com o grau de inovação de uma ideia, avaliando sua diferenciação no mercado. A metodologia usada para a analise do grau de inovação pode ser aplicada com perguntas e respostas que correspondem ao grau de inovação(alto. medio e baixo).É de muita importancia que a ideia selecionada seja testada antes de executa-la.
Após todo este processo o promotor de eventos estará apto a atender bem seus clientes e parceiros com as informações necessarias.

GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
Cap 1. p. 1-10.